Pós-Graduação / MESTRADO PROFISSIONAL INOVAÇÃO EM COMUNICAÇÃO E ECONOMIA CRIATIVA
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Conceito Capes 4

O Programa de Pós-graduação Stricto Sensu (Mestrado Acadêmico) em Comunicação da UCB foi reconhecido pela CAPES em 2008 e recebeu conceito CAPES 4 na avaliação do quadriênio 2013/2016. Até o fim do primeiro semestre de 2018, o Mestrado em Comunicação formou 83 mestres. Em 2018, o Programa passou por uma reestruturação e mudou sua modalidade para Mestrado Profissional, quando passou a se chamar Mestrado profissional Inovação em Comunicação e Economia Criativa.

O Mestrado Profissional visa atender à demanda na área da Economia Criativa, em articulação com os saberes comunicacionais, especialmente aqueles vinculados ao desenvolvimento das Tecnologias da Informação e da Comunicação (TICs) e dos meios digitais aos quais a economia criativa está diretamente relacionada.
Tal escolha se justifica pelo contexto regional no qual a UCB está inserida. A Companhia de Planejamento do Distrito Federal (Codeplan) estima que a economia criativa na região da capital federal emprega 22 mil profissionais, o que corresponde a 1,5% da mão de obra formal. A quantidade de trabalhadores envolvidos no setor é a mesma da indústria da transformação no DF. Os salários médios pagos são de R$ 3,92 mil e o valor das remunerações subiu 16% entre 2006 e 2013.

Além disso, segundo o Panorama da Economia Criativa no Distrito Federal, “por diversas razões, os setores da economia criativa são os que melhor se adaptam ao Distrito Federal, que abriga a capital do país. Brasília deve preferencialmente desenvolver atividades de amplitude nacional e/ou regional”. Finalmente, cabe ainda destacar que o Governo do Distrito Federal obteve para Brasília, em 31 de outubro de 2017, o título, concedido pela Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (Unesco), de “Cidade Criativa em Design”. Desta forma, a capital do país se soma à Rede de Cidades Criativas, composta por 180 cidades em 72 países que, segundo esta organização, trabalham em conjunto para colocar a criatividade e as indústrias culturais no centro de seus planos de desenvolvimento a nível local e cooperar ativamente no nível internacional.

O que é Economia Criativa?

O termo “Economia Criativa” é relativamente novo e, por isso, sobre ele recai uma pluralidade de entendimentos possíveis. Contudo, a junção das palavras economia e criatividade remete respectivamente à ciência que regula a produção, a distribuição e o consumo de bens e serviços e à capacidade do ser humano de criar algo novo ou transformar algo que já existe. Ou seja, é justamente a relação que se dá entre a economia, a criatividade e o campo simbólico que constitui a Economia Criativa.

O conceito foi definido pelo professor inglês John Howkins que, no livro The Creative Economy (Penguim, 2007), o relaciona às atividades de pessoas exercitando a sua imaginação e criatividade e, ao mesmo tempo, explorando o seu valor econômico. O contexto atual da sociedade pós-industrial em que vivemos é marcado pela alta demanda de entretenimento e consumo, pela fusão das áreas de trabalho e pela aspiração à autonomia e à privacidade. É, portanto, em resposta à essa reorganização da vida em sociedade, sobretudo, das sociedades nos centros urbanos, que a ideia de “Economia Criativa” ganhou forma. Para Howkins, a resposta a este desafio social é justamente a criatividade, a habilidade de impactar a sociedade com ideias originais.

O que a Economia Criativa tem a ver com Inovação em Comunicação?

Tendo o capital intelectual como matéria-prima de suas atividades, este novo formato de economia engloba diversos segmentos de atuação profissional, sejam aqueles ligados à comunicação e às artes como, por exemplo, publicidade, rádio e TV, audiovisual, fotografia, design, editoração, música, moda, poesia, arquitetura e urbanismo, sejam aqueles voltados ao empreendedorismo e à governança e gestão da comunicação nos setores público, privado e no terceiro setor.

Em suma, a Economia Criativa está carregada de valor simbólico ligado às nossas mais variadas necessidades, o que evidencia o seu papel fundamental no mundo contemporâneo para oferecer recursos e produtos oriundos de uma nova forma de pensar, produzir e distribuir bens e conhecimentos fundamentados na criatividade e na inovação.
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